Perdoar para ser perdoado – o modo cristão

Perdoar para ser perdoado – o modo cristão
COMO DIZ G. K. Chesterton: “Por natureza, a evidência do Éden é algo que não pode ser encontrado. Por natureza, a evidência do pecado é algo impossível de não encontrar”¹. É possível encontrar o mal e o pecado no simples ato de ler um jornal ou então, no não tão simples ato de olhar para si mesmo e reconhecer as próprias misérias. Devido ao Pecado Original e à Queda de Adão e Eva, toda a humanidade ficou manchada e desfigurada, literalmente longe de seu propósito e fim último de sua existência: Deus.
Então, é conhecido e perceptível que há um abismo imenso entre a perfeição de Deus e o homem, e por culpa do próprio homem. Era necessário que esse abismo, – que essa culpa, – fosse vencido. Porém, o homem por si mesmo não é capaz de vencê-lo. A ofensa que foi feita a Deus só podia ser perdoada pelo próprio Deus, sendo assim, eis que o SENHOR, em Sua bondade e amor, vem ao nosso encontro.

O budismo e diversas religiões hinduístas têm a crença de que a religiosidade é toda baseada na ação do homem ativo que encontra deus, e esse deus encontrado é um deus passivo, que nada faz. O cristianismo ensina justamente o contrário: não somos nós que buscamos Deus em primeiro lugar, mas é Deus mesmo Quem Se revela ao homem buscando restabelecer a união com a criatura decaída.

Para refletirmos melhor nesse santo Mistério, é necessário mergulhar na Doutrina puríssima que a Santa Igreja nos deixa como herança, vasculhemos então o Catecismo da Igreja Católica, no caso, alguns trechos que seguem:
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